📆 16 a 22 de dezembro de 2024 |
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Coordenador do Clube de Leitura no Cárcere, Leonardo Badin relata o seu contato com projeto de prevenção contra a dengue realizado pela Fundação Palavra Mágica, antigo nome do Observatório |
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“Na escola havia cartazes sobre a prevenção contra a dengue, além de panfletos e livros que destacavam a importância de verificar os quintais e eliminar possíveis criadouros. Acho que por ser criança a história mais cartunesca chamou minha atenção”, observa. “Entre o material disponibilizado pela escola havia exemplares do livro ‘Ed Quebra-Ossos, o terrível’, de autoria de Galeno Amorim, e lembro de tê-lo folheado, pegado para ler e levado para casa naquele dia”, conta. Aos 28 anos e
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atuando na instituição, Leonardo tem lembranças das palestras que ocorreram na escola, naquele mesmo período, sobre o combate à dengue, que faziam parte do projeto aplicado em escolas públicas. “Percebo quão especial foi ter acesso ao Ed Quebra-Ossos na infância”, exemplifica. |
“Trabalhando no Observatório e olhando a trajetória que tive, vejo como é possível um livro impactar a vida de alguém. É como se fosse uma construção, o passado reverberando no presente e em quem eu sou”, analisa Leonardo |
Hoje, ao folhear o livro “Ed Quebra-Ossos” novamente, ele observa que apareceram várias memórias daquela época. “Como o dia em que tirei meu primeiro RG, pois no livro tem uma imagem enorme do RG e isso era muito novo para uma criança, como as orientações sobre os riscos de contrair dengue e a importância de cuidar do quintal de casa e das coisas dos bichinhos”, relembra. “A história me marcou porque tive contato com ela numa fase muito especial da minha vida. O mais legal disso é que por mais que fique no inconsciente, a gente aprende a cuidar da cidade e da nossa comunidade a partir de bons exemplos e boas histórias”, completa Leonardo.
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Consciência negra marca atuação no Clube de Leitura 2.0 no mês de novembro. Sarau com leitura de autores negros foi destaque |
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Os encontros do 2.0 que aconteceram no mês de novembro na Sociedade Espírita Obreiros do Bem, em Ribeirão Preto (SP), foram também marcados por releituras de autores como Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, por exemplo. O mediador Marcelo Domingos explica que os educandos optaram por textos e desenhos. “Realizamos também debates a partir desse tema central, porém focados na realidade atual”, explica Marcelo. Além disso, os adolescentes mantiveram a leitura do livro base
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do período, “O avesso da pele”, de Jeferson Tenório. O projeto é uma parceria do Observatório com o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Condeca-SP). |
Psicóloga residente em Portugal que atua com clubes de leitura para pessoas idosas visita sede do Observatório para saber mais sobre o 6.0 |
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Brasileira, Helena Faria reside há 20 anos em Portugal e realiza clubes em Póvoa de Varzim, distrito de Porto. De lá acompanha os eventos e projetos do Observatório, com especial atenção ao Clube de Leitura 6.0. Na última terça-feira, 10, ela esteve na sede da instituição para conhecer a equipe e trocar informações sobre atuação de ambas as partes. Helena demonstrou particular interesse nos grupos realizados em Ribeirão Preto, que também acontecem em instituições de longa permanência.
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Observatório participa de apresentação de final de ano de coral e teatro de bonecos na Penitenciária Feminina de Ribeirão Preto |
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O evento, que aconteceu na primeira semana de dezembro, é uma realização do Programa de Educação para o Trabalho e Cidadania (PROET), desenvolvido ao longo do ano naquela unidade. Convidada para a apresentação pela Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel (FUNAP), a equipe foi representada por Leonardo Badin, coordenador do Clube de Leitura no Cárcere, e por Marilda Machado, mediadora de leitura na Penitenciária Masculina de Ribeirão Preto.
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Patrocinadores do Projeto Clube de Leitura 6.0 em Ribeirão Preto (SP) |
Patrocinadores do Projeto Tomates Verdes Fritos em Ribeirão Preto (SP) |
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