📆 9 a 15 de dezembro de 2024 |
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Psicóloga e educadora, Irene Franciscato conta como se aproximou do Observatório e como os eventos realizados impactaram sua trajetória |
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Uma das coisas mais bacanas na comemoração desses 25 anos do Observatório é receber depoimentos que nos impele a continuar. É o caso desse vídeo enviado por Irene Franciscato. “Sou leitora desde muito cedo. Fui para o campo da Psicologia e da Educação e continuei a ser leitora de diversos gêneros literários”, abre a sua fala. De sua experiência profissional, Irene dá dois exemplos: “Trabalhei com um grupo de educadores promovendo rodas de leitura com
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alunos, sendo crianças desde muito pequenas e adolescentes, com o objetivo de incentivá-los a ter o hábito da leitura. Em outro momento, dando aula na Pedagogia, atuei no sentido de aumentar o repertório de leituras dos estudantes”, relembra. |
“Acredito que a leitura seja uma das possibilidades de formação e transformação do ser humano”, revela Irene Franciscato |
“Conheci o Observatório através de um e-mail recebido e passei a acompanhar os eventos”, revela. Ela cita de bate-pronto o Coninler (Congresso Internacional da Leitura), principalmente a edição de 2024 que, na sua opinião, representou uma quebra de paradigmas no que diz respeito a participação de autores brasileiros, portugueses e africanos. “Gostaria de citar a Jornada da Leitura no Cárcere, que mostra o alcance da leitura, que pode estar em todos os lugares e com essa força, inclusive, presente nos presídios”, observa. Irene destaca a edição desse ano que contou com a participação de um reeducando, também escritor, direto de unidade prisional, e de um egresso do sistema prisional que hoje é advogado atuante.
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Relações humanas construídas ao longo da vida é tema discutido em grupo de mulheres mastectomizadas no projeto Tomates Verdes Fritos |
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O encontro do clube de leitura afetiva aconteceu no final do mês de novembro no Núcleo de Ensino, Pesquisa e Assistência a Reabilitação de Mastectomizadas (REMA), na Escola de Enfermagem da USP Ribeirão Preto, parceira do Observatório no projeto. “Partimos do poema ‘Sou feita de retalhos’, de Cris Pizzimenti, e foi um encontro muito rico, que incentivou o grupo, a compartilhar sentimentos e memórias”, avalia a mediadora de leitura e psicóloga Raphaela Hermoso. “Principalmente
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de uma participante que faleceu recentemente. Foi possível dar voz e acolhimento ao luto através da leitura e identificação com o texto”, conclui. |
Observatório, incubador de novos clubes de leitura, aos quais dedica todo apoio e incentivo. Como o projeto voltado para unidade prisional |
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Professora aposentada da Universidade Federal de São Carlos - SP (UFSCAR), Silvia del Lama acaba de implantar naquela instituição projeto de clube de leitura para atuação junto às reeducandas do Centro de Ressocialização Feminino de Araraquara (SP). No evento de formalização da empreitada, Silvia destacou a sua experiência com o Observatório, onde atuou justamente no projeto Clube de Leitura no Cárcere, com orientação e estímulo.
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Na onda deliciosa de confraternizações, Clube de Leitura 6.0 composto apenas por mulheres se reúne em Sorocaba (SP)
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Comemoração, conversa agradável, presentes e um balanço da leitura literária realizada em 2024 por essas mulheres muito animadas e comprometidas. A mediadora de leitura Flávia Colpas conta que foram lidos no grupo, neste ano, 21 livros no todo ou em parte. E olha que os encontros que eram semanais passaram a ser quinzenais no mês de outubro. Muito bom! |
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Patrocinadores do Projeto Clube de Leitura 6.0 em Ribeirão Preto (SP) |
Patrocinadores do Projeto Clube de Leitura 2.0 em São Paulo |
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